Nossos espetáculos

Por que os homens mentem?

Autor:

Adaptação da obra de Luís Fernando Veríssimo “As mentiras que os homens contam”.

Gênero:

Comédia de Situações

Classificação:

12 anos

Duração:

100 minutos

Elenco:

Alessandre Pi, Charles Ferreira, Christian Hilário, Juliano Mazurchi e Ricardo Vandré

Direção:

Heyttor Barsalini

Uma comédia que trata de situações do cotidiano de uma maneira sutil e bem humorada. O texto inteligente de Luís Fernando Veríssimo decifra as circunstâncias que tais mentiras são quase verdades. Do marido que não quer magoar a esposa dedicada, ao amigo que não pode revelar o que realmente aconteceu, as mentiras se justificam, algo inevitáveis, para o convívio social. As pequenas mentiras, claro: aquelas que percorrem o dia-a-dia, sutilmente, sem causar estragos. Aliás, evitando grandes e irreversíveis estragos. O elenco é formado por 05 atores, que se dividem nas crônicas, interpretando diversos personagens, inclusive os personagens femininos.

Sobre o autor

Luís Fernando Veríssimo nasceu em Porto Alegre. É um dos autores mais populares e prestigiados do país. É autor de mais de 60 livros, já foi traduzido em 11 países. Entre suas obras estão os best-sellers inesquecíveis como Comédia da vida privada e Clube dos anjos.

Fotos da peça:

Todo mundo louco

Criação:

Coletiva

Gênero:

Cabaré / Show de Humor

Classificação:

16 anos

Elenco:

Alessandre Pi, Alessandro Franco, Charles Ferreira, Christian Hilário, Débora Nunes, Felipe Camargo, Juliano Mazurchi, Liliane Navarro, Regina Rebelo e Ricardo Vandré

Direção:

Heyttor Barsalini

Um espetáculo de comédia Cabaré/Show de Humor em que os atores apresentam números solos e em duplas. Utilizando textos de própria autoria e textos adaptados. Uma comédia que trata sobre acontecimentos do cotidiano, com personagens estranhos, excêntricos, tipos nada normais. Mas que certamente, um dia, já convivemos com pessoas assim, seja em casa, na escola ou no trabalho.

Fotos da peça:

Os Babaccos

Criação:

Coletiva

Gênero:

Stand Up Comedy / Show Humorístico

Classificação:

16 anos

Elenco:

Christian Hilário, Débora Nunes, Felipe Camargo, Heyttor Barsalini, Juliano Mazurchi, Ricardo Vandré e Zeca Moreira.

Concepção e Direção Artística

Juliano Mazurchi e Christian Hilário

Um espetáculo que segue os estilos STAND UP COMEDY (Ator sem personagem) e HUMORÍSTICO (Ator com personagem) utilizando apenas o microfone e pedestal, os atores contam piadas, histórias engraçadas e fazem observações do cotidiano, sempre de forma bem humorada.

Sobre o Stand-Up Comedy

Stand-up comedy é uma expressão em língua inglesa que indica um espectáculo de humor executado por apenas um comediante. O humorista se apresenta geralmente em pé (daí o termo 'stand up'), sem acessorios de cenarios, caracterização do publico ou o recurso teatral da quarta parede. Diferenciando o Stand up de um monologo tradicional. Recentemente ganhou o termo humor de cara limpa, usado por alguns comediantes. O stand-up tem suas raízes em variadas tradições do entretenimento popular do final do século 19, indo do vaudeville, (teatro de revista) e monólogos humorísticos. A maioria dos comediantes era meramente vista como “Contadores de piada” que esquentavam a platéia com um número de abertura, ou mantinham a platéia entretida durante os intervalos.

Fotos da peça:

Espetáculo quase artístico

Criação:

Coletiva

Gênero:

Comédia de CLOWN / PALHAÇO

Classificação:

Livre

Duração:

60 minutos

Elenco:

Christian Hilário e Juliano Mazurchi

Direção:

Coletiva

Uma comédia que trabalha com ações físicas, improvisações e interações com a platéia, seguindo a linguagem CLOWNESCA. O clown branco vem para apresentar um espetáculo juntamente com seu parceiro, o clown augusto, que para variar está atrasado. Se já não bastasse o atraso, o augusto não preparou o seu número. Os clowns apresentam números clássicos de canto, dança, música, mágica e acrobacia, sempre utilizando a lógica do clown. Assim, segue o espetáculo com a tentativa de um ensinar ao outro a fazer a “coisa certa”.

Sobre o Clown

Clown em inglês quer dizer palhaço, e tanto o clown como o palhaço tem duas origens, no bando de bufões medievais e na Commédia del´Arte Italiana, possuindo a mesma função essencial: expor a estupidez do ser humano e suas relações. O interesse pelo clown (palhaço) manifesta-se nos anos sessenta, o circo se transforma e o clown sai do picadeiro para as ruas e teatros. Ele erra e acerta onde não esperamos. Toma tudo ao pé-da-letra no sentido primário e imediato: quando a noite cai (bum!), ele a procura no chão e nós rimos de seu lado ingênuo. Existem dois tipos clássicos de clowns: o branco (que é a figura do patrão) e o augusto (o ingênuo, sempre está sujeito ao domínio do branco, mas, geralmente, supera-o fazendo triunfar a pureza sobre a malícia). A relação desses dois tipos de clowns acaba representando a sociedade e o sistema. Temos, dentro da literatura, do cinema, do teatro, tipos ingênuos e desajustados que vêm acompanhando nossas vidas, entre eles: Charles Chaplin, O Gordo e o Magro, Buster Keaton, Jerry Lewis, Mazzaropi e outros.

Fotos da peça:

Clube do improviso

Criação:

Coletiva

Gênero:

Improvisação Teatral

Classificação:

12 anos

Duração:

100 minutos

Elenco:

Alessandre Pi, Charles Ferreira, Christian Hilário, Heyttor Barsalini, Juliano Mazurchi e Ricardo Vandré.

Músicos:

Dulão Mazurchi, Eric Guarnieri, Felipe Camargo e Zé Mortão

Concepção e Direção Artística:

Juliano Mazurchi e Christian Hilário

Espetáculo de improvisação marcado pela interatividade com o público. Um jogo no palco. Cenas criadas na hora, aos olhos do público. Pontos de criatividade e bom humor. Um espetáculo onde a platéia desafia os atores a encenarem sob temas sugeridos na hora. Composto por um apresentador, que conduz os jogos e cenas de improvisação, cinco atores que competem entre si e uma Banda de Músicos que são responsáveis pela trilha sonora. Essa mistura de jogo e teatro encanta o público tanto pela expectativa da cena quanto pela vulnerabilidade do ator diante do tema proposto. O Clube do Improviso exige do elenco muita criatividade e rapidez de raciocínio e também oferece muito risco ao ator, que acaba também sendo autor do espetáculo.

Fotos da peça:

O recruta

Autor:

Desconhecido (Tradição oral de famílias circenses)

Transcrito por:

Isiely Aires e Heyttor Barsalini

Adaptação:

Coletiva

Gênero:

Comédia de Circo-Teatro

Classificação:

Livre

Duração:

80 minutos

Elenco:

Alessandre PI, Charles Ferreira, Christian Hilário e Juliano Mazurchi

Direção:

Heyttor Barsalini

Uma comédia de circo-teatro que resgata a cultura popular circense, agradando assim, público de todas as idades. O texto foi tirado do livro “Comédias de Circo-Teatro” de Heyttor Barsalini e Isiely Aires. O espetáculo conta à história de um Recruta muito atrapalhado que chega à casa do Capitão Fernando para tentar ajudá-lo e acaba piorando a situação. A esposa do Capitão, muito ciumenta, desconfia do marido. Assim pede ajuda a sua empregada Chica para desmascarar o Capitão. É armado então um qüiproquó, marca registrada das comédias de circo-teatro.

Sobre o Circo-Teatro

O circo-teatro foi um gênero de teatro muito comum e de muito sucesso no Brasil durante o século XX. Pequenas companhias circenses se alternavam por todo o país, apresentando um número grande de textos teatrais, uns cômicos, outros melodramáticos. A cada dia um novo texto era apresentado por companhias formadas geralmente por tradicionais famílias circenses que viajavam pelo país, principalmente em cidades de menor densidade habitacional. Entre alguns dos atores que atuaram neste palco temos Procópio Ferreira , Vic Militello. Neste gênero, peças teatrais se alternavam com números de acrobacias, malabarismo e palhaçadas. O sucesso deste tipo de espetáculo ocorreu num tempo que a influência do cinema e da televisão ainda eram incipientes. Seus equivalentes foram o music hall e o vaudeville, respectivamente formas teatrais populares na Inglaterra e na França do século XIX.

Fotos da peça:

O BRUXINHO QUE ERA BOM

Baseado na obra de Maria Clara Machado. Os caldeirões já estão borbulhando!!! Um espetáculo que possui caráter educativo. Será que o bem vencerá o mal?

O ESPETÁCULO:

“O BRUXINHO QUE ERA BOM”

Baseado na obra de Maria Clara Machado. Os atores da Cia. NÓSMESMOS interpretam os personagens: Mestre dos bruxos, Belzebu, Caolho, Harry, Fredegundo e a camponesa Clara ”. Com Alessandro Franco, Alessandre Pi, Chicó Ferreira, Christian Hilário, Juliano Mazurchi e Paloma Moreno. Direção de Chicó Ferreira. (60min). livre.

SINOPSE:

Em uma floresta, no paraíso dos bruxos, acontecerão diversas festividades, onde o Bruxo-Chefe irá reunir vários bruxos para escolher o mais malvado, as maldades estão ligadas à destruição da natureza, poluição dos rios, e caça aos pássaros. Ao decorrer dos festejos o Bruxo-Chefe descobrirá que dentre os bruxos há uma bruxinho que é bom. Pelo fato de ser um bruxo bondoso, o Bruxinho ficará preso numa torre.Porém, somente uma música cantada pela camponesa Clara pode paralisar os bruxos malvados e assim o Bruxinho bom pode ser libertado da torre. Com texto de Maria Clara Machado e direção de Chicó Ferreira, o enredo doce e alegre remete a mensagem de que o mal sempre será derrotado pelo bem. Um espetáculo que possui caráter educativo.

Sobre a Companhia:

A equipe da Nósmesmos é formada por atores profissionais qualificados e especializados em instituições renomadas no mundo artístico, como: Teatro Escola Macunaíma, Fátima Toledo Centro de Preparação para Cinema, Grupo TAPA, Jogando no Quintal – Jogo de Improvisação de Palhaços etc. Sempre buscando o aperfeiçoamento nos palcos, a companhia tem conquistado o público tanto no interior como na capital paulista com sete espetáculos de grande sucesso, entre eles: “Clube do Improviso”; “Por que os Homens Mentem?”; “Espetáculo Quase Artístico”; “O Recruta”; “Os Babaccos” “Todo Mundo Louco” “O Bruxinho que era bom” . O grupo é composto pelos integrantes Alessandre PI, Chicó Ferreira, Christian Hilario ,Juliano Mazurchi , Alessandro Franco e Paloma Moreno

Fotos da peça:

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